Resumo
Verbs e conjunctions são as “partes em movimento” do inglês acadêmico: verbs impulsionam ação, tempo e posição; conjunctions mostram relações (adição, contraste, causa, sequência) e criam coerência. Escolhas fortes tornam a prosa precisa, lógica e concisa.
Verbs: conheça os tipos (ação, ligação, auxiliar, modal) e use os tempos verbais estrategicamente — presente para fatos, passado para métodos/resultados, present perfect para ligar trabalhos anteriores ao presente. Prefira voz ativa, verbs específicos (“analysed,” não “did an analysis”); evite passivas excessivas e mudanças de tempo. Infinitivos divididos são às vezes aceitáveis, mas formas não divididas são mais seguras na escrita formal.
Conjunctions: use coordenativas (FANBOYS), subordinadas (“because,” “although,” “while”) e correlativas (“not only… but also”) para sinalizar a lógica claramente. Não sobrecarregue as frases com conectores nem omita os necessários.
Fluxo & estilo: varie o comprimento das frases; use conjunctions para controlar o ritmo das ideias; escolha verbs fortes em vez de frases substantivadas; evite vírgulas mal colocadas, redundância e excesso de cautela. Pratique reescrevendo passivas, rastreando conjunctions em artigos modelo e experimentando com tempos verbais.
Resumo: verbs precisos + conjunctions intencionais = argumentos mais claros, ritmo mais fluido e escrita acadêmica mais persuasiva.
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As Partes em Movimento do Discurso em Inglês: Verbs e Conjunctions
A maioria de nós encontrou o conceito de “partes do discurso” pela primeira vez durante a escola primária, decorando que substantivos nomeiam coisas, verbos mostram ação e adjetivos descrevem. No entanto, para muitos adultos — até acadêmicos e cientistas — esses fundamentos gramaticais desaparecem da memória até enfrentarmos o desafio de produzir uma escrita precisa e profissional. Para pesquisadores, especialmente aqueles que não são falantes nativos de inglês, entender como as partes do discurso funcionam pode ser essencial para clareza e credibilidade. No inglês acadêmico, duas categorias são especialmente poderosas: verbs, que dão movimento às ideias, e conjunctions, que as conectam logicamente.
Este artigo explora como verbos e conjunções operam como as “partes móveis” das frases em inglês — os componentes que dão vida à escrita, moldam argumentos e controlam ritmo e ênfase. Com exemplos e orientações práticas, visa ajudar escritores acadêmicos e científicos a usar essas ferramentas com mais confiança e eficácia.
1. Por que Verbos e Conjunções Importam na Escrita Acadêmica
A redação acadêmica não é apenas sobre transmitir fatos; é sobre apresentar esses fatos com precisão, lógica e autoridade. Verbos e conjunções desempenham um papel vital para alcançar isso. Verbos estabelecem o que acontece e quando, enquanto conjunções revelam como as ideias se relacionam — seja por contraste, adição, causa ou sequência. Juntos, determinam o fluxo e a coerência das suas frases.
Considere este par de exemplos:
1. O pesquisador coletou dados. O pesquisador os analisou. O pesquisador apresentou os resultados.
2. O pesquisador coletou, analisou e apresentou os dados.
A segunda versão, por meio do uso cuidadoso de verbos e conjunções, expressa o mesmo significado com concisão e elegância. Compreender esses elementos gramaticais permite aos autores controlar o ritmo, a ênfase e a progressão lógica — qualidades essenciais para uma comunicação acadêmica forte.
2. Compreendendo os Verbos: O Motor da Frase
Um verbo é a palavra ou frase que indica uma ação, ocorrência ou estado de ser. Sem um verbo, uma frase não pode funcionar. Na redação acadêmica em inglês, os verbos servem como o motor que impulsiona o significado adiante. Eles descrevem ações de pesquisa (mediu, calculou, testou), expressam relações (demonstram, sugerem, indicam) e definem o fluxo lógico do tempo.
2.1 Tipos de Verbos
- Verbos de ação: Expressam atividade observável — por exemplo, “O experimento mediu a temperatura.”
- Verbos de ligação: Conectam o sujeito a uma descrição ou estado — por exemplo, “A hipótese é válida.”
- Verbos auxiliares: Apoiam os verbos principais para formar tempos, modos e vozes — por exemplo, “O estudo foi conduzido sob condições controladas.”
- Verbos modais: Transmitem possibilidade, necessidade ou obrigação — por exemplo, “Os resultados podem indicar uma correlação.”
2.2 Tempos Verbais e Cronologia Acadêmica
Na redação acadêmica, o tempo verbal indica quando algo ocorre e como se relaciona com outros eventos. O inglês usa o tempo verbal não apenas para situar ações no tempo, mas também para organizar argumentos logicamente. Considere a seguinte sequência:
Eu estava observando o monitor quando os participantes foram expostos à luz, mas eu os havia preparado para a intensidade antes do início do teste.
Aqui, três tempos distintos esclarecem a cronologia: o past continuous (“was observing”), o simple past (“were exposed”) e o past perfect (“had prepared”). Mesmo quando os eventos são descritos fora de ordem, o uso apropriado do tempo verbal garante relações temporais precisas.
Na escrita acadêmica:
- Use o present tense para fatos estabelecidos e verdades gerais (por exemplo, “Water boils at 100°C”).
- Use o past tense para descrever atividades de pesquisa concluídas (“Data were collected from 200 participants”).
- Use o present perfect para ligar descobertas passadas ao conhecimento atual (“Several studies have shown this effect”).
2.3 O Infinitivo e a Regra do “Infinitivo Dividido”
Em inglês, a forma infinitiva de um verbo inclui a palavra “to” (por exemplo, “to write,” “to analyse,” “to determine”). Gramaticalmente, “to” faz parte do verbo e, tradicionalmente, outras palavras não devem separá-los. Por exemplo, “to write effectively” é preferível ao infinitivo dividido “to effectively write.” Embora guias de estilo modernos aceitem infinitivos divididos com moderação quando a clareza exige, a escrita acadêmica geralmente prefere a forma tradicional, não dividida.
3. Conjunções: O Tecido Conectivo do Pensamento
Conjunções são palavras pequenas, mas poderosas, que unem orações, frases e ideias. Sem elas, a escrita pode soar mecânica ou desconexa. Conjunções mostram aos leitores como cada pensamento se relaciona com o próximo — seja adicionando informação, mostrando contraste ou explicando causa e efeito.
3.1 Conjunções Coordenativas
Estas ligam palavras, frases ou orações independentes de igual valor gramatical. As mais comuns são for, and, nor, but, or, yet, so — convenientemente lembradas pelo acrônimo FANBOYS.
Exemplo: A estudante escreveu o ensaio, revisou-o e entregou-o, mas estava preocupada com seu argumento.
Aqui, and conecta ações de peso igual, enquanto but introduz um contraste. Conjunções coordenativas são frequentemente usadas em sentenças compostas e listas, dando à prosa um ritmo natural.
3.2 Conjunções Subordinativas
Estas introduzem orações dependentes que dependem de uma oração principal para significado. Exemplos comuns incluem because, although, while, since, if, when e unless.
Exemplo: Embora os resultados fossem promissores, mais pesquisas são necessárias.
A subordinação ajuda você a expressar relações complexas entre ideias — essencial na argumentação acadêmica. Ela permite apresentar qualificações, exceções e raciocínio causal sem criar sentenças fragmentadas.
3.3 Conjunções Correlativas
Esses pares de conjunções funcionam juntos para equilibrar ideias. Exemplos incluem both...and, either...or, neither...nor, not only...but also.
Exemplo: The findings are significant not only for biology but also for environmental policy.
Correlativos adicionam ênfase e variedade, ajudando a criar estruturas de frases elegantes na escrita formal.
4. Orientações Práticas para Usar Verbos e Conjunções de Forma Eficaz
4.1 Fortaleça Seus Verbos
- Prefira voz ativa onde a clareza permitir: “The researcher analysed the data” geralmente é mais forte que “The data were analysed by the researcher.”
- Seja preciso: Em vez de “did an analysis,” escreva “analysed.” Em vez de “made an improvement,” escreva “improved.”
- Varie seus verbos: Repetir “show” ou “demonstrate” enfraquece a escrita. Experimente alternativas como “reveal,” “suggest,” “indicate,” “confirm,” ou “highlight.”
4.2 Controle Suas Conjunções
- Use conjunções para revelar relações claramente: causa (“because”), contraste (“however,” “but”), ou adição (“and,” “also”).
- Evite começar muitas frases com “And” ou “But” na escrita formal; o uso ocasional para ênfase é aceitável.
- Não sobrecarregue as frases com conjunções. Um conector bem colocado pode fazer mais do que vários competindo entre si.
4.3 Mantenha o Fluxo Lógico
Na escrita acadêmica, a coerência depende da conexão lógica das ideias. As conjunções guiam os leitores por essa lógica, enquanto o tempo verbal garante que os eventos apareçam na sequência correta. Considere como esses elementos interagem:
As amostras foram testadas repetidamente, e os resultados foram comparados com estudos anteriores, mas, porque as condições ambientais diferiram, as conclusões devem ser interpretadas com cautela.
Esta frase flui naturalmente porque cada oração se conecta perfeitamente à próxima — por meio de conjunções (and, but, because) e tempos verbais consistentes (were tested, were compared).
5. Erros Comuns a Evitar
- Inconsistência de tempo verbal: Alternar entre passado e presente sem motivo confunde os leitores. Mantenha tempos verbais consistentes em cada seção.
- Passivos excessivos: O uso excessivo da voz passiva pode tornar a escrita impessoal e vaga.
- Vírgulas mal usadas: Unir orações independentes com uma vírgula em vez de uma conjunção ou ponto e vírgula cria erros gramaticais. Por exemplo, escreva “Os dados estavam incompletos, então o experimento foi repetido,” e não “Os dados estavam incompletos, o experimento foi repetido.”
- Uso excessivo de conjunções: Muitas conjunções (“e,” “portanto,” “entretanto”) podem tornar o texto redundante ou excessivamente mecânico.
- Conjunções ausentes: Por outro lado, a falta de conectores pode deixar as frases abruptas e desconexas.
6. O Ritmo e o Estilo do Inglês Acadêmico
A escrita acadêmica forte equilibra complexidade com clareza. Verbos trazem movimento, enquanto conjunções criam uma estrutura lógica. Quando usados habilmente, eles moldam o ritmo e a legibilidade — qualidades essenciais no estilo acadêmico. Para melhorar o ritmo:
- Varie o comprimento das frases: misture frases curtas e diretas com outras mais longas, compostas ou complexas.
- Use conjunções para controlar o ritmo — e para acelerar, mas ou embora para pausar e contrastar, porque para explicar.
- Escolha verbos fortes e específicos em vez de substantivos abstratos: escreva “concluiu” em vez de “tirou uma conclusão.”
Esses refinamentos estilísticos tornam a escrita mais persuasiva e fácil de seguir, o que beneficia tanto revisores quanto leitores.
7. Praticando o que Você Aprende
Melhorar seu domínio de verbos e conjunções requer prática e atenção. Experimente estes exercícios:
- Reescreva frases passivas: Converta cinco frases da voz passiva para a ativa a cada dia.
- Identifique conjunções: Pegue um artigo de um periódico respeitável e destaque cada conjunção. Estude como cada uma contribui para o significado e o fluxo.
- Experimente com tempos verbais: Descreva um experimento no passado, depois reescreva-o no presente. Observe como o foco muda do procedimento para o princípio.
Prática frequente e deliberada transforma o conhecimento gramatical em instinto — a marca de um escritor avançado.
8. Considerações Finais
Verbos e conjunções podem parecer pequenos componentes da linguagem, mas na escrita acadêmica desempenham papéis poderosos. Verbos carregam ação e clareza; conjunções carregam conexão e coerência. Juntos, eles determinam como suas ideias se movem, como os leitores interpretam sua lógica e quão profissional seu trabalho parece.
Dominar essas partes móveis do discurso não é apenas um exercício gramatical — é uma forma de aprimorar sua voz acadêmica. Quando os verbos são precisos e as conjunções são intencionais, sua narrativa de pesquisa flui naturalmente, guiando os leitores sem esforço de uma ideia para a outra. E essa é a essência da excelente escrita acadêmica.
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